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Bolsas de Chicago e Nova Iorque têm pregão mais curto nesta sexta-feira (2)

Publicado em 02/01/2015 08:53

Nesta sexta-feira (2), o primeiro pregão do ano nas bolsas internacionais será um pouco mais curto e os números exibidos na página inicial do pinnacle referem-se ao fechamento do último dia 24. 

Veja como fecharam os mercados de soja, milho e café e, mais tarde, a abertura da sessão de hoje. 

CBOT: Soja tem sessão de pouca movimentação e fecha com leve baixa nesta 3ª feira

Durante toda a sessão, nesta terça-feira (30), os preços da soja operaram com movimentações bem pouco expressivas na Bolsa de Chicago e fecharam o dia com perdas de 5,25 a 7 pontos nos principais vencimentos. 

Com a proximidade do feriado de Ano Novo, os investidores já se mostram mais tranquilos e operando na defensiva, em busca de um melhor posicionamento antes do início de 2015. O mesmo foi registrado no mercado internacional de ações, principalmente no europeu e no americano, segundo reportaram agências internacionais de notícias. 

Assim, no encerramento do pregão desta terça, o contrato janeiro/15 terminou o dia a US$ 10,36 por bushel, enquanto a posição maio/15, referência para a safra brasileira, fechou em US$ 10,49. 

Ainda segundo analistas internacionais, as enchentes na Malásia que têm comprometido a produção do óleo de palma ainda dão algum suporte às cotações, porém, os ganhos nesse produto no mercado internacional também já mostram alguma desaceleração. 

Câmbio - No último pregão para o dólar frente ao real, a moeda americana fechou em de 1,78%, mas encerrou 2014 acumulando uma alta de 12,78%. A divisa terminou o ano em R$ 2,6587. Em 30 de dezembro de 2013, o dólar ficou cotado em R$ 2,3575. 

Segundo analistas consultados pelo portal G1, os investidores e operadores promoveram alguns últimos ajustes de posições, aproveitando o momento para realizarem lucros e liquidarem algumas posições.  

Milho: Em dia de realização de lucros, mercado fecha sessão com perdas de até 6,25 pts na CBOT

As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) terminaram o pregão desta terça-feira (30) em campo negativo. Ao longo da sessão, as principais posições do cereal ampliaram as quedas e encerraram o dia com perdas entre 6,00 e 6,25 pontos. O vencimento março/15 conseguiu se sustentar acima dos US$ 4,00 por bushel, finalizando a US$ 4,06 por bushel.

De acordo com informações de agências internacionais, os investidores optaram por um movimento de realização de lucros diante do final de ano e também dos bons ganhos registrados recentemente. Durante a sessão, o mercado também observoy o comportamento do dólar. 

O câmbio mais forte influencia os preços, já já que pode comprometer as exportações dos Estados Unidos, de acordo com dados do site Farm Futures. Nesta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou um recuo nos embarques semanais que, passaram de 802.368 mil para 609.613 mil toneladas do cereal.

Em contrapartida, as vendas líquidas foram indicadas pelo departamento em 1.705.600 milhão de toneladas de milho, no acumulado no ano comercial 2014/15. Paralelamente, a atenção do mercado também está voltada aos preços do petróleo. A situação afeta, especialmente, o mercado de milho, pois no país, boa parte da produção do grão é destinada para a produção de etanol.

Como fator de  suporte ao mercado, o USDA divulgou a venda de 157.500 mil toneladas de milho ao México. Essa é a segunda operação reportada recentemente, na semana anterior, o órgão indicou a venda de 166 mil toneladas do cereal para destinos não revelados. 

BM&F Bovespa

As principais posições do milho na BM&F Bovespa terminaram a sessão desta terça-feira em queda. Os contratos do cereal registraram desvalorizações entre 0,17% e 0,49%. Apenas o vencimento maio/15 encerrou o dia em alta, de 0,86%, cotado a R$ 29,35 a saca. O março/15 finalizou o pregão a R$ 30,30 a saca.

Os preços futuros acompanharam a queda observada no câmbio. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 2,6587 na venda, com desvalorização de 1,78%. Entretanto, segundo dados divulgados pelo site G1, durante o ano de 2014, o dólar acumulou alta de 12,78%, em comparação com o fechamento do dia 30 de dezembro de 2013, quando a moeda era negociada a R$ 2,3575.

No dia 16 dezembro, o câmbio atingiu a maior cotação do ano, ao chegar a R$ 2,7355. 

Café fecha sexta sessão em queda na Bolsa de NY nesta 3ª feira

Nesta terça-feira (30), os futuros do café arábica fecharam o dia com a sexta sessão consecutiva em queda para os principais vencimentos. A posição março/15 terminou o dia cotada a 164,80 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o maio/15 ficou em 167,50 cents/lb. 

Apesar do fechamento negativo, os preços tiveram uma recuperação em relação à sessão anterior frente à queda do dólar diante do real, que, segundo analistas, foi um fator de suporte e ajuste para as cotações. 

Por outro lado, o mercado ainda sente a pressão das chuvas previstas para o cinturão produtor brasileiro, que reduzem a preocupação dos investidores e traders sobre a colheita 2015 do país, que é o maior produtor mundial de café. 

O dia, no entanto, foi mais uma vez de pouca movimentação e falta de interesse por parte dos traders, que já aproveitam o momento dos feriados e festas de final de ano para ajustar suas posições e realizar lucros. 

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